Brasileiros recorrem à energia solar para escapar dos aumentos na conta de luz

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Luz Solutions

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou na 3ª feira (26.abr.2022) orçamento de R$ 32,1 bilhões para financiamento de subsídios concedidos na conta de luz. Segundo estimativas da agência, o consumidor arcará com R$ 30,2 bilhões do montante –crescimento de 54,8% em relação a 2021.

Os brasileiros pagam mensalmente um encargo chamado CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), destinado ao custeio dos subsídios. Esse valor crescerá. A maior alta deve ser na conta de luz dos clientes das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que deve encarecer 4,65%. No Norte e no Nordeste, o percentual estimado pela agência é de 2,41%. Na média nacional, o aumento deve ser de 3,39%.
O aumento da despesa com a luz contribuiu para o crescimento, no país, da busca por outras fontes de energia.
“O principal fator que faz os consumidores procurarem, cada vez mais, a energia solar é porque hoje é mais barato gerar a energia a partir do sol do que comprar essa energia de terceiros. Então, é economia no bolso, direto para os consumidores”, declarou o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia.
Apesar de as grandes usinas solares impressionarem pelo tamanho e pela tecnologia, são os pequenos sistemas de geração própria que aceleram a produção de energia solar no Brasil. As placas solares são capazes de produzir energia dos dois lados: com a incidência direta dos raios solares no lado de cima, e o reflexo da luz no lado de baixo.
Nos telhados das casas, nos terrenos menores, na cidade ou no campo, são cerca de 860 mil brasileiros gerando a energia que consomem.
Fontes: Poder360 e G1

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